quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Pintelheira, vou arrancá-la tooodaaaaa!!!


[ perdoem-me o título... mas eu não consegui resistir! foi baseado na frase "Pokémon, vou apanhá-los todos!" do genérico dos mesmos desenhos animados x) ]

SOMNIUM

Sonhei com uma sessão de epilação de pêlos púbicos (sublinhem-se, os meus).

E doía pra caraças!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Vocês conhecem-se?!


SOMNIUM

Andava às compras com a Tanii e o Patovsky.
O hipermercado tinha uma zona central em que se instalava um bar com muitas mesas, do género do antigo bar da FMUC.
O Patovsky dirigiu-se até lá para ir cumprimentar a Ela e a Verónica, duas amigas minhas do secundário, enquanto eu e a Tanii comprávamos iogurtes. Ele estava lá, em profunda conversa com elas, como se as conhecesse há bastante tempo.
Tudo trocado, portanto.
Fomos-nos dirigindo para a porta de saída, eu e a Tanii, sem perceber o que se estava a passar, quando ele e as minhas amigas se levantam e vêm ter connosco. A Ela e a Verónica abraçam-se a mim e o Patovsky vira-se e diz assim, muito espantado, mesmo completamente atónito:

- Vocês conhecem-se?!

The One Without A Smile


Na noite de Domingo para 2ª-feira.

SOMNIUM

No alto duma torre, o meu pai andava atarefado, por entre os convidados, acompanhado por mim, a certificar-se de que tudo decorria segundo planeado. A satisfação dos presentes era imperiosa.
E ele observava-me, como se fosse simplesmente mais um, enquanto lambia os dedos depois de ter comido uma perna de frango.

A mudança de cenário levou-me a um ginásio antigo, daqueles em que ainda se puxava ferro a sério, e se viam os cabos sustentando os pesos amovíveis. As frinchas das janelas fechadas com tábuas de madeira deixavam passar feixes de um Sol matutino, o Sol do amanhecer às 4h da manhã. Os feixes alumiavam o pó, que flutuava no ar.
Eu estava com uma crise. Tinha na axila direita um caroço duro, como se tivesse uma pedra logo debaixo da pele. E doía-me. Sob indicação de uma enfermeira, que me deitou numa maca que se encontrava a um canto do ginásio, por sinal encostada à única janela que estava totalmente aberta, tomei um "shot" de um medicamento - amiodurona. Boiavam no copinho do remédio duas pedrinhas, e tive de as engolir a muito custo e com muito cuidado para não asfixiar.
Deitando-me na maca, a enfermeira baixou a persiana da janela e retirou-se.
Ele entrou, e começou a exercitar-se numa das máquinas antigas.
Reclamei:
- A puxar ferro às 4h da manhã?! É mesmo só para chatear quem está doente!!!

Acordo no sonho, e dói-me também a axila esquerda: os duas pedrinhas tinham-se alojado aí, e provocavam as mesmas dores que o caroço duro que ainda se encontrava na direita.
Ele ainda lá estava, a observar-me, enquanto puxava ferro e eu entrava em pânico.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Parlez-vous français?


SOMNIUM

Alinhados e sentados de perninhas à chinês, junto à parede do corredor de Imagiologia, estavam os colegas da minha turma a ouvir o professor de Imagiologia dizer:

- Maintenant, tous les classes sont parlés en français!

[ isto é o reflexo do meu subconsciente traumatizado com a overdose de radiografias, TC's, ecografias e RM's... agora imaginem... se já em português eu pouco percebo, se as aulas fossem dadas em francês era a desgraça... ]

[ o que não impede que vá ser uma desgraça à mesma, lool ]

sábado, 6 de dezembro de 2008

Esqueci-me!!!

Hoje sonhei!!!
E o sonho era assim gigante!!!
E sei que envolvia a minha mãe a dizer-me qualquer coisa!!!

MAS EU ESQUECI-ME!!!

[ estúpido despertador! :o( ]

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Retornado dos Açores


A saber:

Aqui a Je andou (ou será que ainda anda?) com um fraquinho por uma ave estranha.
Vai daí, sonhou com ela.

SOMNIUM

A RGA realizava-se numa floresta mágica, parecida àquelas dos livros do Harry Potter.
A Diana, a nossa presidente (grande presidente, a propósito!), chamava um a um para a frente da plateia, para que cada aluno tivesse a oportunidade de expressar as coisas que achava estarem mal relativamente ao funcionamento das aulas, disciplinas, faculdade, exames, etc.
Até que aparece a tal da ave e eu reparo nela, achando-a familiar.

Et voilá!

Lembro-me de um colega de infantário, deficiente, cujos pais o mandaram para os Açores quando era ainda pequeno, e que voltava agora, passados 18 anos!
Falo-lhe das suas origens, origens essas que ele desconhecia, e ele começa a chorar, emocionado por descobrir que voltou para casa e que pode conhecer os verdadeiros pais.
Repare-se que a ave se curou nos Açores, porque agora se encontra completamente normal!

Adiante, surge a minha oportunidade de dissertar para a assembleia, e faço-o de forma poética, qual Shakespeare renascido das cinzas!!!
E toda a gente me aplaude!

E eu concluo...

- Pois, é muito bonito é, mas ninguém faz a ponta dum corno!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Zumokamo


SOMNIUM

Estávamos a caminho de uma festa. A Sónia, o Texas e eu.

Tinha 80 mensagens recebidas no telemóvel, do Zumokamo, e todas diziam o mesmo.

"Estou a morrer!"

Abri a porta do corredor. Ao fundo esperavam-me os meus acompanhantes, mas à porta, mesmo à minha frente, desfalecia o Zumokamo.

Gritei.

- Sónia! Texas! Ajudem-me! Ele não está a respirar!

Mas eles não fizeram nada. Limitaram-se a olhar-me de soslaio e a continuar a conversa que estavam a ter.

Fiz o procedimento ABC ao rapaz e reanimei-o.

E acabou o sonho.

:o)